O Lasik na Tunísia é uma técnica de cirurgia refrativa feita a laser, que corrige a visão modificando a forma da córnea, para que a luz seja desviada corretamente e se concentre diretamente na retina. Destina-se às pessoas que sofrem de miopia, de hipermetropia, de astigmatismo ou, em certos casos, de presbiopia, e que são obrigadas a usar uma correção ótica, como óculos ou lentes de contacto. O objetivo é simples de dizer: deixar de depender dessa correção no dia a dia.
Esta página dirige-se aos lusófonos que vivem na Suíça ou em Portugal e que se informam sobre um Lasik feito numa das clínicas parceiras da Medespoir na Tunísia. Explica como funciona o laser, quem pode ser operado, como decorre a intervenção, o que acontece nas horas e semanas seguintes, quais são os limites e os riscos, e o que inclui o preço tudo incluído. Desde 2009, a Medespoir coordena para pacientes residentes na Suíça percursos médicos na Tunísia, do primeiro contacto ao regresso.
O Lasik é apenas uma das opções para corrigir a visão. O guia oftalmológico, que compara o Lasik com os implantes e a catarata, ajuda a perceber em que situações cada técnica faz sentido.
Para ver nitidamente, a luz que entra no olho tem de ser focalizada exatamente sobre a retina, a camada sensível que transmite as imagens ao cérebro. Esta focalização é feita sobretudo pela córnea, a janela transparente e abaulada que está à frente do olho, e pelo cristalino, situado atrás da íris. Quando a córnea é demasiado curva, pouco curva ou irregular, a imagem forma-se à frente ou atrás da retina, ou de forma deformada: a visão fica turva.
O Lasik age diretamente sobre a córnea. O laser retira, com uma precisão muito elevada e de forma controlada por computador, uma quantidade mínima de tecido, para lhe dar uma nova curvatura. A córnea passa então a desviar a luz da forma certa, e a imagem volta a formar-se sobre a retina. A correção que antes era feita pelos óculos ou pelas lentes fica, por assim dizer, gravada no próprio olho.
| Defeito visual | O que acontece no olho | O que o Lasik procura fazer |
|---|---|---|
| Miopia | A imagem forma-se à frente da retina; vê-se mal ao longe | Aplanar a parte central da córnea |
| Hipermetropia | A imagem forma-se atrás da retina; esforço para ver de perto | Aumentar a curvatura da córnea |
| Astigmatismo | A córnea é irregular; a imagem fica deformada | Regularizar a curvatura da córnea |
| Presbiopia | Perda progressiva da visão de perto com a idade | Em certos casos, adaptar a correção para facilitar a visão de perto |
A presbiopia merece uma nota à parte. Está ligada ao envelhecimento do cristalino, que perde a capacidade de focar ao perto, e não a uma deformação da córnea. O Lasik pode, em certos casos, ser adaptado para melhorar a visão de perto, mas não faz desaparecer o processo de envelhecimento do cristalino. O oftalmologista explica, depois do exame, se esta opção tem sentido ou se outra técnica é mais adequada.
Nem todas as pessoas que usam óculos são boas candidatas ao Lasik. A técnica é muito eficaz quando as condições estão reunidas, e é precisamente o exame prévio que verifica se estão. Em geral, o oftalmologista procura uma pessoa adulta, com uma correção estável há algum tempo, olhos saudáveis e uma córnea suficientemente espessa e regular para que o laser possa retirar o tecido necessário sem a fragilizar.
Algumas situações levam a desaconselhar o Lasik ou a preferir outra técnica: uma córnea demasiado fina ou com forma anormal, um defeito visual muito forte, certas doenças dos olhos ou doenças gerais, uma secura ocular importante, uma gravidez ou uma amamentação em curso, uma correção que ainda está a mudar. Quando o Lasik não é possível, existem outras opções. A lente intraocular, alternativa quando o Lasik não é possível, é uma delas: corrige a visão com um implante colocado dentro do olho, sem tocar na córnea.
Se os óculos ou as lentes de contacto ainda mudam de ano para ano, o resultado de um Lasik arrisca não durar: o olho continuaria a evoluir depois da operação. É por isso que o oftalmologista verifica a estabilidade da correção ao longo do tempo, a partir das receitas antigas. Convém juntar ao pedido as últimas receitas de óculos ou de lentes, mesmo antigas.
As lentes de contacto modificam temporariamente a forma da córnea. Para que as medições sejam fiáveis, o oftalmologista pede em geral para as deixar de usar durante um certo tempo antes do exame e da intervenção. A duração depende do tipo de lentes e é indicada pela equipa. É uma instrução importante: medições falseadas podem levar a uma correção menos precisa.
O Lasik destina-se a adultos cujos olhos já não estão a evoluir. Nos mais jovens, a correção muda muitas vezes ainda de ano para ano, o que torna o resultado menos previsível. Não existe, no entanto, uma idade máxima rígida: o que conta é o estado do olho. A partir de uma certa idade, o oftalmologista examina com mais atenção o cristalino, porque uma catarata incipiente ou uma presbiopia avançada podem tornar outra técnica mais adequada do que o Lasik.
Quanto mais forte é o defeito visual, mais tecido o laser tem de retirar para o corrigir. Para uma miopia ou uma hipermetropia muito fortes, a espessura da córnea pode não ser suficiente, e o oftalmologista pode propor uma alternativa. Esta avaliação faz-se caso a caso, com as medições da córnea, e é uma das razões pelas quais o exame prévio não pode ser dispensado.
O Lasik é uma intervenção de conforto: não há urgência médica em fazê-lo. É por isso que vale a pena tomar o tempo de reunir os exames, fazer perguntas e comparar as opções antes de decidir. Uma boa equipa não pressiona a decisão e aceita que o paciente reflita depois de receber o orçamento.
O exame prévio é a etapa mais importante de um Lasik. É ele que confirma que a intervenção é possível e que permite programar o laser com precisão. Inclui em geral a medição da acuidade visual e da correção, a análise da forma da córnea por topografia, a medição da sua espessura, o exame do fundo do olho, a medição da pressão intraocular e a avaliação do filme lacrimal. Algumas destas medições podem já ter sido feitas na Suíça; as decisivas são repetidas no local, com os aparelhos ligados ao laser.
A espessura da córnea tem um papel central. O laser retira tecido, e é preciso que fique uma espessura suficiente depois da correção, para que a córnea continue sólida. É também esta espessura que, mais tarde, determina se um retoque é possível em caso de correção insuficiente. Por isso, o oftalmologista pode recusar um Lasik, ou propor outra técnica, quando a córnea é demasiado fina para o defeito a corrigir.
Com estes elementos, a equipa dá um primeiro parecer sobre a viabilidade do Lasik, propõe datas e prepara o orçamento. A decisão definitiva é tomada depois do exame no local: se o oftalmologista considerar que o Lasik não é adequado, explica porquê e apresenta as alternativas.
Alguns antecedentes devem ser sempre comunicados. Um queratocone ou uma suspeita de deformação da córnea, um glaucoma, uma doença da retina, uma herpes ocular, uma secura ocular marcada, uma doença autoimune, uma diabetes mal equilibrada ou certos tratamentos prolongados podem levar a adiar ou a desaconselhar o Lasik. Não é uma questão de formalidade: estas informações protegem o resultado e a segurança do olho.
O Lasik faz-se em ambulatório, sob anestesia local por gotas, e o paciente fica acordado durante todo o tempo necessário ao ato cirúrgico, que a fonte situa em cerca de 60 minutos. A intervenção permite eliminar o uso dos óculos ou das lentes de contacto. Segundo a fonte, as etapas são as seguintes.
Primeiro, o cirurgião oftalmologista desinfeta os olhos com um desinfetante antibacteriano e coloca um dispositivo especial para manter as pálpebras abertas durante a intervenção. Depois, é exercida uma pequena pressão sobre a córnea com um anel de sucção, antes do corte. Uma fina lamela da córnea é então cortada e levantada com uma lâmina especial, para dar acesso aos tecidos subjacentes. A córnea é remodelada pelo laser, com assistência por computador, e, no fim da operação, a pequena lamela é recolocada no seu lugar, onde adere de forma natural.
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Preparação | Gotas anestésicas, desinfeção antibacteriana, colocação do dispositivo que mantém o olho aberto |
| Anel de sucção | Ligeira pressão sobre a córnea, por vezes com uma visão que escurece por instantes |
| Lamela | Corte e levantamento de uma fina lamela da córnea |
| Laser | Remodelação da córnea com assistência por computador, enquanto o paciente fixa uma luz |
| Fim | Reposicionamento da lamela, verificação, colírios |
A intervenção pode também ser feita por uma técnica totalmente a laser, sem lâmina, que utiliza a energia concentrada do laser. Segundo a fonte, esta variante dispensa a retirada de uma lamela da córnea, o que leva a uma cicatrização mais rápida. A escolha entre as duas abordagens depende da córnea, do defeito a corrigir e do parecer do oftalmologista. Vale a pena perguntar qual das técnicas é proposta e porquê.
As gotas anestésicas tornam a intervenção indolor. O momento do anel de sucção é muitas vezes o mais estranho: sente-se uma pressão e a visão pode escurecer brevemente. Durante a passagem do laser, ouve-se um ruído regular e pode sentir-se um cheiro particular, que é normal. A equipa fala com o paciente ao longo de toda a intervenção e pede-lhe que fixe uma luz. Os sistemas modernos acompanham os pequenos movimentos do olho, mas é importante manter-se calmo e seguir as instruções.
Alguns preparativos simples tornam o dia do Lasik mais tranquilo. Na véspera e no próprio dia, convém não aplicar maquilhagem, cremes nem perfume na zona dos olhos e do rosto, porque estes produtos podem interferir com a desinfeção e com o funcionamento do laser. Roupa confortável, sem nada que passe pela cabeça com dificuldade, evita tocar nos olhos depois da intervenção.
É aconselhado vir acompanhado no dia da intervenção, ou pelo menos prever o regresso ao hotel com o transfer organizado: logo depois do Lasik, a visão está enevoada, os olhos lacrimejam e não é possível conduzir. Os óculos de sol filtrantes devem estar à mão para a saída da clínica. Uma refeição ligeira antes da intervenção é em geral possível, porque a anestesia é feita por gotas; a equipa dá as instruções exatas.
Convém também ter em conta a parte emocional. Muitas pessoas estão ansiosas antes de uma intervenção nos olhos, mesmo sabendo que é indolor. Falar dos receios com a equipa antes de entrar no bloco, perguntar como vai decorrer cada etapa e o que se vai sentir, ajuda muito. Durante a intervenção, a equipa vai explicando o que faz.
As primeiras horas passam-se de preferência em repouso, de olhos fechados, num quarto calmo e pouco iluminado. É o momento em que as lágrimas e a sensação de areia são mais fortes, durante duas ou três horas segundo a fonte. Não é preciso ficar acordado: dormir um pouco ajuda até a passar esta fase. Os colírios começam a ser aplicados segundo o calendário entregue pela clínica.
Ao fim do dia ou na manhã seguinte, a visão é em geral já muito melhor. O controlo do dia seguinte verifica a posição da lamela, a transparência da córnea e a acuidade visual. É depois deste controlo que o oftalmologista dá as instruções para os dias seguintes e para a viagem de regresso.
Para decidir, ajuda pôr lado a lado as três soluções. Nenhuma é melhor em absoluto: cada uma tem vantagens e limites, que dependem do defeito visual, dos hábitos e da tolerância de cada pessoa.
| Critério | Óculos | Lentes de contacto | Lasik |
|---|---|---|---|
| Intervenção | Nenhuma | Nenhuma | Cirurgia em ambulatório |
| Manutenção diária | Limpeza, risco de partir ou perder | Higiene rigorosa, risco de irritação e infeção | Nenhuma depois da recuperação |
| Desporto e água | Pouco práticos | Possíveis com precauções | Possíveis depois da cicatrização |
| Reversibilidade | Total | Total | Correção duradoura da córnea |
| Evolução com a idade | Receita ajustada quando necessário | Receita ajustada quando necessário | A presbiopia aparecerá; óculos de leitura possíveis |
Para quem tolera bem os óculos e não se sente limitado, não há urgência em operar. O Lasik faz sobretudo sentido para quem sente os óculos ou as lentes como uma limitação real: intolerância às lentes, profissão ou desporto que se conciliam mal com os óculos, desejo de autonomia em viagem. É uma decisão pessoal, que deve ser tomada sem pressão e com informação completa.
A recuperação de um Lasik é, em geral, rápida. Segundo a fonte, é normal ter uma hipersecreção de lágrimas, com uma sensação de areia nos olhos, durante duas ou três horas depois da intervenção. É aconselhado descansar nessas primeiras horas, de olhos fechados, no hotel. A visão pode estar ainda turva ou enevoada no próprio dia e melhora em geral de forma rápida.
| Depois do Lasik | O que esperar segundo a fonte |
|---|---|
| Primeiras 2 a 3 horas | Lágrimas abundantes e sensação de areia nos olhos |
| Dia seguinte | Controlo médico |
| Após 24 horas | Computador e condução autorizados |
| Após um ou dois dias | Regresso ao trabalho |
| Durante 3 semanas | Colírio antibiótico, anti-inflamatório e lágrimas artificiais |
| Aos 3 meses | Novo controlo médico |
Durante este período, é preciso usar óculos de sol com lentes filtrantes, como proteção contra a luz forte. E, sobretudo, não esfregar os olhos, por nenhuma razão: a lamela da córnea está a aderir e um gesto brusco pode deslocá-la. Um protetor ocular pode ser dado para a noite, para evitar esfregar os olhos durante o sono.
São receitados um antibiótico em colírio, um anti-inflamatório e lágrimas artificiais, durante três semanas. O antibiótico previne a infeção, o anti-inflamatório controla a reação da córnea e as lágrimas artificiais compensam a secura que é frequente depois de uma cirurgia refrativa. Lavar as mãos antes de cada aplicação, não tocar no olho com o frasco e respeitar o número de gotas por dia são gestos simples que fazem diferença.
Nas primeiras semanas, é prudente evitar a maquilhagem dos olhos, a piscina, o mar, a sauna, os ambientes com pó ou fumo e os desportos de contacto, até ao acordo do oftalmologista. O duche é possível, evitando que a água e o sabão entrem nos olhos. O ecrã do computador e a condução são autorizados ao fim de 24 horas, segundo a fonte, mas os olhos podem cansar-se mais depressa no início: fazer pausas regulares ajuda.
A maior parte das pessoas nota uma melhoria clara da visão logo nos primeiros dias. A estabilização faz-se progressivamente, e é por isso que está previsto um controlo médico aos três meses: é nesse momento que se avalia o resultado definitivo. Muitas pessoas deixam de usar óculos ou lentes para as atividades do dia a dia; algumas continuam a precisar de uma correção ligeira em situações particulares, por exemplo para conduzir à noite.
Pode acontecer que a correção obtida não seja suficiente. Segundo a fonte, em caso de subcorreção que incomode, é possível uma retificação, desde que a espessura da córnea o permita. É mais uma razão para que a espessura da córnea seja medida com cuidado antes da primeira intervenção. A decisão de um retoque é tomada pelo oftalmologista, depois da estabilização, e não nos primeiros dias.
O Lasik corrige a forma da córnea, mas não impede o envelhecimento natural do olho. Uma pessoa operada de miopia aos trinta anos verá provavelmente aparecer, mais tarde, a presbiopia, como qualquer outra pessoa, e poderá precisar de óculos de leitura. Do mesmo modo, uma catarata pode surgir com a idade, independentemente do Lasik. Quem tiver feito um Lasik deve sempre dizê-lo ao oftalmologista, sobretudo antes de uma cirurgia da catarata, mais tarde, depois de um Lasik, porque isso muda o cálculo do implante.
O Lasik é uma técnica muito praticada e bem conhecida, mas continua a ser uma cirurgia. Como qualquer intervenção, comporta efeitos secundários e complicações possíveis, que o oftalmologista explica antes do consentimento. Os mais frequentes são passageiros: secura ocular, sensibilidade à luz, halos ou reflexos à volta das luzes à noite durante as primeiras semanas. Mais raramente, pode haver uma correção insuficiente ou excessiva, um problema de cicatrização da lamela ou uma infeção.
A secura ocular merece atenção. É comum depois de um Lasik e é a razão pela qual as lágrimas artificiais fazem parte do tratamento. Em geral, melhora com o tempo. Quem já tem os olhos secos antes da intervenção deve dizê-lo, porque isso pode influenciar a indicação ou a escolha da técnica.
| Sinal depois do Lasik | O que fazer |
|---|---|
| Lágrimas, sensação de areia nas primeiras horas | Normal: descansar de olhos fechados |
| Secura, ligeira sensibilidade à luz | Frequente: lágrimas artificiais, óculos de sol |
| Halos noturnos nas primeiras semanas | Frequente no início: falar no controlo |
| Dor forte, vermelhidão que aumenta, baixa brusca da visão | Consultar rapidamente o oftalmologista |
No regresso à Suíça, uma dor intensa, uma vermelhidão que aumenta, uma secreção, uma baixa brusca da visão ou um traumatismo do olho devem levar a contactar rapidamente o oftalmologista ou um serviço de urgências oftalmológicas. Convém levar o relatório da intervenção, que indica a técnica utilizada e a correção feita.
Nas primeiras semanas, muitas pessoas notam halos ou reflexos à volta dos faróis e das luzes da rua à noite. É um efeito conhecido da cicatrização da córnea, que se atenua em geral à medida que a visão estabiliza. Enquanto persistir, é prudente conduzir com mais cuidado à noite, ou evitar os trajetos noturnos longos. Se estes halos continuarem a incomodar depois da estabilização, vale a pena falar disso no controlo aos três meses.
As variações hormonais da gravidez e da amamentação podem modificar temporariamente a correção visual e a lubrificação dos olhos. Por essa razão, o Lasik é em geral adiado durante estes períodos. Quem pensa engravidar em breve pode discutir o calendário com o oftalmologista, para escolher o momento mais adequado.
Algumas profissões e atividades exigem critérios visuais específicos, como certas carreiras de pilotagem, de condução profissional ou de segurança. Quem exerce uma destas atividades deve informar-se junto da entidade competente antes de um Lasik, para saber se a cirurgia refrativa é aceite e em que condições. A equipa pode fornecer os relatórios necessários depois da intervenção.
Uma diabetes, uma doença autoimune ou um tratamento que atrase a cicatrização podem influenciar a indicação. Não é sempre uma contraindicação, mas é uma informação que o oftalmologista precisa de conhecer para avaliar o risco e decidir. Uma lista completa dos tratamentos em curso deve acompanhar o pedido.
Para um Lasik na Tunísia, as clínicas parceiras aplicam uma tarifa com todas as despesas incluídas, que custa muito menos do que na Europa, segundo a fonte. O preço inclui:
Um orçamento personalizado em dinares é enviado depois do preenchimento e envio do pedido em linha. O orçamento deve indicar se cobre um ou os dois olhos, que técnica está prevista, quantos controlos estão incluídos e quantas noites de hotel. Ficam em geral a cargo do paciente os voos e os exames feitos na Suíça.
A página das tarifas tudo incluído, a comparar com o orçamento do Lasik, explica como são construídos os orçamentos das clínicas parceiras.
A cirurgia refrativa a laser, feita para deixar os óculos ou as lentes, é em regra considerada uma intervenção de conforto e não é coberta pelo seguro de base suíço. Alguns seguros complementares preveem uma participação; outros não. Antes de se comprometer, convém verificar o contrato e pedir uma confirmação escrita à caixa de seguro. Esta informação é dada sob reserva de verificação, porque as condições variam de seguradora para seguradora.
| Rubrica do orçamento Lasik | O que verificar |
|---|---|
| Técnica | Lasik com lâmina ou variante 100 % laser |
| Olhos | Um ou os dois olhos incluídos |
| Controlos | Controlo do dia seguinte incluído; organização do controlo aos 3 meses |
| Hotel e transfers | Número de noites, transfers aeroporto, hotel e clínica |
| Não incluído | Voos, exames prévios feitos na Suíça |
A comparação entre a Suíça e a Tunísia, aplicada também ao Lasik, ajuda a pôr lado a lado o custo, a organização e o acompanhamento nos dois países.
A preparação começa à distância. O paciente envia as receitas e os exames de que dispõe, a equipa verifica se o Lasik pode ser considerado e propõe datas. Uma vez aceite o orçamento, organiza-se a estadia: chegada, exame prévio no local, intervenção, controlo do dia seguinte e regresso. A estadia médica pensada para um Lasik na Tunísia é curta, porque a intervenção se faz em ambulatório e o regresso ao trabalho é possível ao fim de um ou dois dias.
É preciso, no entanto, respeitar a instrução sobre as lentes de contacto antes do exame, o que obriga muitas vezes a usar óculos durante algum tempo antes da viagem. E é preciso prever o controlo aos três meses: pode ser feito na Suíça, com o oftalmologista habitual, a partir do relatório entregue no fim da estadia.
O voo de regresso é em geral possível depois do controlo do dia seguinte, com o acordo do oftalmologista. O ar da cabine é seco: as lágrimas artificiais, levadas na bagagem de mão com os outros colírios, aliviam o desconforto. Os óculos de sol filtrantes protegem da luz forte no aeroporto. Dormir no avião é possível, desde que não se esfreguem os olhos ao acordar.
A coordenação da Medespoir trata da logística e do contacto com a clínica; as decisões médicas pertencem ao oftalmologista. A página sobre a agência de turismo médico, do ponto de vista de quem prepara um Lasik, explica o que a coordenação faz. As clínicas parceiras onde o Lasik pode ser organizado são apresentadas numa página própria.
O acompanhamento decorre habitualmente em francês, correntemente falado nas clínicas parceiras. Quem preferir outra língua de contacto deve indicá-lo no pedido.
O Lasik não é a única forma de corrigir a visão. A escolha depende do defeito a corrigir, da espessura e da forma da córnea, da idade e do estado do cristalino. Quando a córnea é demasiado fina ou o defeito demasiado forte, uma lente intraocular, colocada dentro do olho sem retirar o cristalino, pode ser proposta. Quando o cristalino começa a ficar opaco, é a cirurgia da catarata que se discute, com um implante que pode corrigir ao mesmo tempo o defeito visual.
| Situação | Técnica muitas vezes discutida |
|---|---|
| Miopia, hipermetropia ou astigmatismo moderados, córnea adequada | Lasik |
| Defeito forte ou córnea demasiado fina | Lente intraocular |
| Cristalino opaco | Cirurgia da catarata com implante |
Este quadro é indicativo; só o exame permite decidir. Quem tem também um incómodo nas pálpebras deve saber que se trata de uma questão diferente: a blefaroplastia a laser, que trata as pálpebras e não a córnea como o Lasik, pertence à medicina estética.
Os exemplos seguintes não descrevem pacientes reais. Ilustram perguntas que surgem com frequência e não substituem o exame do oftalmologista.
Uma pessoa de trinta e poucos anos usa lentes de contacto há muito tempo, mas tolera-as cada vez pior: olhos vermelhos ao fim do dia, irritação no ar condicionado. A receita não mudou nos últimos anos. Neste tipo de situação, o Lasik é muitas vezes discutido, desde que o exame confirme uma córnea adequada e que a secura ocular não seja demasiado marcada. A pessoa terá de deixar as lentes durante algum tempo antes do exame.
Outra pessoa tem uma miopia forte e, no exame, a córnea revela-se demasiado fina para retirar o tecido necessário. O oftalmologista desaconselha o Lasik, porque a córnea ficaria fragilizada. Propõe em vez disso estudar uma lente intraocular, que corrige a visão sem tocar na córnea. É um exemplo de que o exame pode mudar o projeto inicial, e de que isso é uma proteção, não um fracasso.
Uma pessoa com cerca de cinquenta anos, míope desde sempre, começa a ter dificuldade em ler de perto com os óculos. Pergunta se um Lasik resolveria tudo. O oftalmologista explica que o Lasik corrige a córnea mas não o envelhecimento do cristalino, e discute com ela as opções possíveis: aceitar óculos de leitura depois de um Lasik, adaptar a correção, ou considerar outras técnicas conforme o estado do cristalino.
De volta a casa, o acompanhamento continua. O controlo aos três meses, previsto pela fonte, pode ser feito com o oftalmologista habitual na Suíça, a partir do relatório entregue no fim da estadia. Convém marcar esta consulta antes mesmo da partida, para garantir uma vaga na data certa.
O relatório deve indicar a técnica utilizada, a correção feita em cada olho e as medições da córnea. São estas informações que permitem ao oftalmologista na Suíça avaliar o resultado e, se necessário, discutir um retoque. Devem ser guardadas com cuidado, porque serão úteis também muitos anos mais tarde, por exemplo antes de uma cirurgia da catarata.
Se surgir uma dúvida entre os controlos, a equipa na Tunísia continua contactável. Para qualquer sinal de alerta, como uma dor intensa ou uma baixa brusca da visão, é preciso consultar sem esperar um oftalmologista ou um serviço de urgências na Suíça.
Para muitas pessoas, o que motiva um Lasik não é apenas a visão em si, mas tudo o que os óculos e as lentes complicam no dia a dia: o desporto, a natação, as viagens, o trabalho com capacete ou máscara, os óculos embaciados no inverno, as lentes que irritam ao fim do dia. Depois da intervenção e da estabilização, estas limitações diminuem muito para a maior parte das pessoas operadas.
Convém, no entanto, ter expectativas realistas. O Lasik procura dar uma boa visão sem correção para as atividades correntes, não uma visão «perfeita» em todas as circunstâncias. Uma luz fraca, uma noite chuvosa ou um ecrã durante muitas horas podem continuar a cansar os olhos. E a presbiopia acabará por aparecer com a idade, como para toda a gente.
O computador e a condução são autorizados ao fim de 24 horas, segundo a fonte, e o regresso ao trabalho faz-se ao fim de um ou dois dias. Os desportos tranquilos podem ser retomados progressivamente, conforme as instruções do oftalmologista; os desportos aquáticos e os desportos de contacto exigem mais paciência, porque o olho deve ser protegido de pancadas e de água enquanto a córnea cicatriza. Para os trabalhos em ambiente com pó, são recomendados óculos de proteção.
Os óculos de sol filtrantes, recomendados logo depois da intervenção, continuam a ser um bom hábito. As lágrimas artificiais podem ser úteis durante mais tempo em caso de secura. Os controlos regulares com um oftalmologista mantêm-se importantes, mesmo sem óculos: o Lasik corrige a refração, mas não dispensa a vigilância da saúde do olho, como a pressão intraocular ou a retina.
A intervenção faz-se sob anestesia local por gotas e é indolor. Depois, a sensação de areia e as lágrimas das primeiras horas são incómodas, mas passageiras.
Não. É preciso uma correção estável, olhos saudáveis e uma córnea adequada. Quando estas condições não estão reunidas, outras técnicas, como a lente intraocular, podem ser propostas.
O Lasik reduz muito ou suprime a dependência dos óculos para a maior parte das pessoas, mas a presbiopia aparecerá com a idade, e uma correção ligeira pode por vezes continuar a ser útil.
Não. O Lasik age na córnea; a catarata é uma opacificação do cristalino, tratada por outra cirurgia.
É precisamente o que deve ser evitado. A fonte é clara: não esfregar os olhos, por nenhuma razão, durante o período indicado.
Muitas das pessoas que pedem um orçamento para um Lasik vivem na região do Lemano. As páginas sobre a partida de Genebra para um Lasik na Tunísia e sobre a partida de Lausanne, também para um Lasik descrevem os aspetos práticos da viagem a partir destas cidades e a forma de organizar os controlos no regresso.
Para ter uma visão global, a lista das intervenções coordenadas, onde o Lasik figura na oftalmologia, mostra as outras especialidades. A apresentação da Medespoir na Tunísia, lida por quem pensa num Lasik, conta a história da rede e das clínicas parceiras. E os testemunhos em vídeo, úteis antes de um Lasik, mostram o acolhimento no local, mesmo quando dizem respeito a outras intervenções.
A janela transparente e abaulada à frente do olho. É ela que o Lasik remodela.
A forma como a luz é desviada ao entrar no olho. Um defeito de refração dá uma imagem turva; o Lasik corrige-o.
A fina camada da córnea levantada no início do Lasik e reposicionada no fim.
O mapa da forma da córnea, indispensável para verificar se um Lasik é possível e para programar o laser.
A medida da espessura da córnea. Determina a quantidade de tecido que o laser pode retirar e a possibilidade de um retoque.
Uma correção obtida inferior à prevista. Segundo a fonte, uma retificação é possível se a espessura da córnea o permitir.
O dispositivo que estabiliza o olho e exerce uma ligeira pressão sobre a córnea antes da criação da lamela. Durante alguns instantes, a visão pode escurecer.
Colírios lubrificantes receitados depois do Lasik, durante três semanas segundo a fonte, para compensar a secura ocular frequente depois da intervenção.
Uma intervenção feita sem internamento: o paciente chega, é operado e regressa ao hotel no mesmo dia.
A medida da nitidez da visão de cada olho, verificada antes da intervenção e em cada controlo.
A perda progressiva da visão de perto com a idade, ligada ao cristalino. O Lasik não a impede de aparecer.
A fina camada de lágrimas que cobre a superfície do olho. A sua qualidade é avaliada antes do Lasik, porque uma secura marcada pode influenciar a indicação.
O Lasik na Tunísia corrige a miopia, a hipermetropia, o astigmatismo e, em certos casos, a presbiopia, remodelando a córnea com um laser assistido por computador. O objetivo é reduzir ou suprimir a dependência dos óculos e das lentes de contacto.
A intervenção faz-se em ambulatório, sob anestesia local por gotas, com o paciente acordado. Uma fina lamela da córnea é levantada, o laser remodela o tecido e a lamela é reposicionada; existe também uma variante totalmente a laser, sem lâmina, com cicatrização mais rápida. O exame prévio, em especial a medição da espessura da córnea, decide se o Lasik é possível.
Depois da intervenção, as lágrimas e a sensação de areia duram duas ou três horas; o computador e a condução são autorizados ao fim de 24 horas e o trabalho retoma-se ao fim de um ou dois dias. Colírios durante três semanas, óculos de sol filtrantes, nada de esfregar os olhos e controlos no dia seguinte e aos três meses completam o acompanhamento.
O preço tudo incluído cobre cirurgião, anestesista, transfer, cuidados, clínica e hotel, com orçamento personalizado em dinares. A Medespoir acompanha os pacientes residentes na Suíça desde 2009 e pode ser contactada pelo 0041 22 562 42 62.
Estas respostas reúnem as perguntas mais frequentes de quem pensa num Lasik na Tunísia para deixar os óculos ou as lentes de contacto. São informações gerais: a indicação depende sempre do exame do oftalmologista.
O que é o Lasik? É uma técnica de cirurgia refrativa a laser que corrige a visão modificando a forma da córnea, para que a luz se concentre diretamente na retina.
Que defeitos visuais o Lasik corrige? A miopia, a hipermetropia, o astigmatismo e, em certos casos, a presbiopia, em pessoas que precisam de óculos ou de lentes de contacto.
O Lasik corrige a presbiopia? Em certos casos pode ser adaptado para facilitar a visão de perto, mas não trava o envelhecimento do cristalino. O oftalmologista diz se esta opção faz sentido.
Em que parte do olho age o Lasik? Na córnea, a janela transparente à frente do olho. O laser retira uma quantidade mínima de tecido para lhe dar uma nova curvatura.
Quem pode fazer um Lasik na Tunísia? Em geral, um adulto com uma correção estável, olhos saudáveis e uma córnea suficientemente espessa e regular. O exame prévio confirma se estas condições estão reunidas.
Porque é preciso uma correção estável antes do Lasik? Se os óculos ainda mudam de ano para ano, o olho continuaria a evoluir depois da operação e o resultado arriscaria não durar.
Quando é que o Lasik é desaconselhado? Por exemplo com uma córnea demasiado fina ou deformada, um defeito muito forte, certas doenças oculares, uma secura importante, uma gravidez ou uma correção instável.
O que fazer se o Lasik não for possível? Outras técnicas podem ser propostas, como uma lente intraocular colocada dentro do olho sem tocar na córnea.
Devo deixar as lentes de contacto antes do Lasik? Sim, durante o tempo indicado pela equipa, porque as lentes modificam temporariamente a forma da córnea e falseiam as medições.
Que exames se fazem antes do Lasik? Acuidade visual e correção, topografia e espessura da córnea, fundo do olho, pressão intraocular e avaliação do filme lacrimal.
Como decorre um Lasik na Tunísia? Os olhos são desinfetados, um dispositivo mantém as pálpebras abertas, um anel de sucção exerce uma ligeira pressão, uma fina lamela da córnea é levantada, o laser remodela a córnea e a lamela é recolocada.
Quanto tempo dura um Lasik? Segundo a fonte, o paciente fica acordado cerca de 60 minutos, o tempo necessário ao ato cirúrgico, em ambulatório.
Que anestesia se usa no Lasik? Uma anestesia local por gotas. O paciente fica acordado e não sente dor durante a intervenção.
O Lasik é doloroso? A intervenção é indolor graças às gotas anestésicas. O momento do anel de sucção dá uma sensação de pressão, e as primeiras horas depois são desconfortáveis mas passageiras.
O que é o Lasik 100 % laser sem lâmina? É uma variante que usa a energia concentrada do laser, sem lâmina. Segundo a fonte, dispensa a retirada de uma lamela e leva a uma cicatrização mais rápida.
Os dois olhos são operados no mesmo dia no Lasik? O orçamento indica se a intervenção diz respeito a um ou aos dois olhos. A organização é decidida com o oftalmologista, conforme o exame.
O que acontece se mexer o olho durante o Lasik? A equipa pede que se fixe uma luz e os sistemas modernos acompanham os pequenos movimentos do olho. É importante manter a calma e seguir as instruções.
Fico internado depois de um Lasik? Não. O Lasik faz-se em ambulatório; o regresso ao hotel é no próprio dia, com repouso de olhos fechados nas primeiras horas.
A córnea fica mais frágil depois do Lasik? O exame da espessura da córnea serve precisamente para garantir que fica uma espessura suficiente depois da correção. Por isso o oftalmologista pode recusar um Lasik.
Quem faz o Lasik na Tunísia? Um cirurgião oftalmologista, numa das clínicas parceiras da Medespoir, com um laser assistido por computador.
O que se sente nas horas depois do Lasik? Uma hipersecreção de lágrimas e uma sensação de areia nos olhos durante duas ou três horas, segundo a fonte.
Quando volto ao trabalho depois do Lasik? Segundo a fonte, ao fim de um ou dois dias. Um trabalho em ambiente com pó exige óculos de proteção.
Quando posso usar o computador depois do Lasik? O computador é autorizado ao fim de 24 horas. Fazer pausas regulares ajuda, porque os olhos cansam-se mais depressa no início.
Quando posso conduzir depois do Lasik? A condução é autorizada ao fim de 24 horas, segundo a fonte, desde que a visão seja suficiente e o oftalmologista o confirme.
Que colírios se usam depois do Lasik? Um antibiótico em colírio, um anti-inflamatório e lágrimas artificiais, durante três semanas.
Porque não se devem esfregar os olhos depois do Lasik? Porque a lamela da córnea está a aderir e um gesto brusco pode deslocá-la. A fonte insiste: não esfregar os olhos por nenhuma razão.
Porque usar óculos de sol depois do Lasik? Para proteger os olhos da luz forte. A fonte recomenda óculos de sol com lentes filtrantes.
Quando são os controlos depois do Lasik? No dia seguinte à intervenção e três meses depois da cirurgia, segundo a fonte.
Posso nadar depois do Lasik? A piscina, o mar e a sauna esperam pelo acordo do oftalmologista, para proteger a córnea da água durante a cicatrização.
Posso apanhar o avião logo depois do Lasik? Em geral depois do controlo do dia seguinte, com o acordo do oftalmologista. As lágrimas artificiais ajudam contra o ar seco da cabine.
Quando vejo bem depois do Lasik? Muitas pessoas notam uma melhoria clara nos primeiros dias. A estabilização é progressiva e o resultado definitivo avalia-se no controlo aos três meses.
Vou deixar de usar óculos depois do Lasik? A maior parte das pessoas reduz muito ou suprime a dependência dos óculos no dia a dia, mas a presbiopia aparecerá com a idade.
É possível um retoque depois do Lasik? Segundo a fonte, em caso de subcorreção que incomode, é possível uma retificação se a espessura da córnea o permitir.
Que efeitos secundários tem o Lasik? Os mais frequentes são passageiros: secura ocular, sensibilidade à luz e halos noturnos nas primeiras semanas.
O Lasik provoca olhos secos? A secura é frequente depois de uma cirurgia refrativa e melhora em geral com o tempo. As lágrimas artificiais fazem parte do tratamento.
Quais são as complicações raras do Lasik? Mais raramente, uma correção insuficiente ou excessiva, um problema de cicatrização da lamela ou uma infeção. O oftalmologista explica-as antes do consentimento.
Que sinais devem alertar depois do Lasik? Dor intensa, vermelhidão que aumenta, secreção, baixa brusca da visão ou traumatismo do olho. Nesses casos, consultar rapidamente.
O resultado do Lasik é definitivo? A correção da córnea é duradoura, mas o olho continua a envelhecer: presbiopia e eventual catarata podem surgir com a idade.
Posso fazer uma cirurgia da catarata depois de um Lasik? Sim, mas é preciso dizê-lo ao oftalmologista, porque a forma da córnea modificada muda o cálculo do implante.
Tenho os olhos secos: posso fazer um Lasik? É preciso dizê-lo antes, porque a secura pode influenciar a indicação ou a escolha da técnica. O exame do filme lacrimal ajuda a decidir.
O que inclui o preço do Lasik na Tunísia? Os honorários do cirurgião e do anestesista, o transfer do paciente, os cuidados ligados à intervenção, as despesas da clínica e a estadia no hotel.
Como obter o preço do Lasik na Tunísia? Preenchendo e enviando o pedido em linha. É enviado um orçamento personalizado em dinares.
O Lasik na Tunísia é mais barato do que na Europa? Segundo a fonte, a tarifa tudo incluído custa muito menos do que na Europa. O orçamento detalha cada rubrica.
A LAMal reembolsa um Lasik? Em regra não: a cirurgia refrativa é considerada uma intervenção de conforto. Alguns seguros complementares preveem uma participação; convém pedir confirmação escrita.
O que não está incluído no orçamento do Lasik? Em geral os voos e os exames feitos na Suíça. O orçamento indica também se cobre um ou os dois olhos.
Quanto tempo fico na Tunísia para um Lasik? A estadia é curta: exame prévio, intervenção, controlo do dia seguinte e regresso. A equipa propõe as datas.
O controlo aos três meses do Lasik pode ser feito na Suíça? Sim, com o oftalmologista habitual, a partir do relatório entregue no fim da estadia.
Que documentos trago da Tunísia depois do Lasik? O relatório da intervenção, com a técnica usada e a correção feita, e a lista dos colírios com o calendário.
Em que língua decorre o Lasik na Tunísia? O acompanhamento decorre habitualmente em francês, correntemente falado nas clínicas parceiras. Outra língua de contacto deve ser indicada no pedido.
O que enviar para pedir um orçamento de Lasik? As receitas de óculos e lentes, atuais e antigas, os relatórios oftalmológicos, eventuais exames da córnea e os antecedentes médicos.
Envie a sua receita de óculos ou de lentes e os exames oftalmológicos de que dispõe. A equipa verifica se um Lasik pode ser considerado, indica os exames a completar e envia um orçamento personalizado tudo incluído, sem compromisso.
Não hesite em contactar-nos para obter mais informações sobre os métodos de pagamento.
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