A lente intraocular na Tunísia é um dispositivo médico usado em cirurgia ocular para melhorar e corrigir a visão quando a correção a laser, como o Lasik, não é possível. É um tratamento eficaz contra os defeitos visuais fortes de miopia, de astigmatismo, de presbiopia e de hipermetropia, e é também usada na catarata. Colocada no interior do globo ocular, a lente dispensa o paciente dos óculos e das lentes de contacto, total ou parcialmente.
Esta página dirige-se às pessoas lusófonas que vivem na Suíça ou em Portugal e que se informam sobre a colocação de uma lente intraocular numa das clínicas parceiras da Medespoir na Tunísia. Explica o que é este implante, para quem é indicado, como decorre a intervenção, o que acontece depois, em que difere do Lasik e da cirurgia da catarata, e o que inclui o preço tudo incluído. Desde 2009, a Medespoir organiza para pacientes residentes na Suíça percursos médicos na Tunísia, do primeiro contacto ao regresso.
Para situar esta intervenção entre as outras possibilidades, o guia oftalmológico, onde a lente intraocular é situada entre as outras técnicas, apresenta as várias formas de corrigir a visão e de tratar os olhos.
Uma lente intraocular é uma pequena lente ótica, muito fina e flexível, colocada dentro do olho. Funciona como uns óculos, mas em vez de estar à frente dos olhos, fica instalada no interior, de forma permanente. A sua potência é calculada para corrigir o defeito visual de cada olho, de modo que a imagem volte a formar-se nitidamente sobre a retina.
Existem dois grandes contextos de utilização. No primeiro, a lente é acrescentada ao olho sem retirar o cristalino natural: fala-se então de implante fáquico, usado para corrigir defeitos visuais fortes em olhos cujo cristalino ainda é transparente. No segundo, a lente substitui o cristalino quando este é retirado, como acontece na operação da catarata. Esta página trata sobretudo do primeiro caso, em que o cristalino natural é perfeitamente conservado.
Ao contrário do Lasik, que remodela a córnea com um laser, a lente intraocular não retira tecido nenhum. A córnea mantém a sua espessura e a sua forma. É precisamente por isso que este implante é uma solução quando a córnea é demasiado fina ou irregular para um laser, ou quando o defeito visual é demasiado forte para ser corrigido com segurança pela cirurgia refrativa a laser.
A correção a laser Lasik, que a lente intraocular substitui quando não é acessível, é descrita numa página própria; a comparação entre as duas técnicas é desenvolvida mais abaixo.
Segundo a fonte em que esta página se baseia, a lente intraocular é indicada quando a correção da visão pelo laser médico Lasik não é acessível. É o caso, em particular, dos defeitos visuais severos, que exigiriam retirar demasiado tecido da córnea, e das córneas que não reúnem as condições de segurança para um laser.
| Defeito visual | Porque a lente intraocular pode ser proposta |
|---|---|
| Miopia forte | O laser teria de retirar demasiado tecido da córnea |
| Hipermetropia forte | Correção difícil de obter com segurança pelo laser |
| Astigmatismo importante | Existem lentes concebidas para o corrigir |
| Presbiopia | Certas lentes procuram melhorar a visão de perto |
| Catarata | A lente substitui o cristalino opaco retirado |
Em todos os casos, a decisão é tomada pelo oftalmologista depois de um exame completo. O facto de usar óculos fortes não basta para justificar a intervenção: é preciso que o olho reúna as condições anatómicas para receber o implante, nomeadamente um espaço suficiente no interior do olho.
Há situações em que outra técnica é mais adequada. Se o defeito visual for moderado e a córnea adequada, o Lasik pode ser suficiente. Se o cristalino começar a ficar opaco, é a cirurgia da catarata que se discute, com um implante que substitui a lente natural e pode corrigir ao mesmo tempo o defeito visual. Certas doenças dos olhos, como algumas formas de glaucoma ou de inflamação, ou um espaço interno insuficiente, podem também levar o oftalmologista a desaconselhar o implante.
Como para o Lasik, convém que a correção visual esteja estável há algum tempo. Um olho que continua a evoluir tornaria o resultado menos previsível. As receitas antigas de óculos ou de lentes ajudam o oftalmologista a verificar esta estabilidade.
Quem tem uma miopia ou uma hipermetropia forte conhece bem as limitações do dia a dia: óculos com lentes espessas e pesadas, que deformam a imagem nas bordas e reduzem o campo de visão; lentes de contacto que acabam por irritar ao fim de anos de uso; dificuldade em encontrar os óculos ao acordar, em nadar, em praticar desporto ou em viajar. Para estas pessoas, a lente intraocular não é apenas uma questão de estética: é muitas vezes uma questão de conforto e de autonomia.
É também por isso que estes pacientes pedem com frequência uma solução depois de lhes ter sido recusado um Lasik. A recusa não significa que não haja nada a fazer: significa apenas que a córnea não permite retirar o tecido necessário. A lente intraocular, que não retira tecido nenhum, pode então ser a alternativa, se o olho tiver o espaço necessário para a receber.
A lente intraocular fáquica destina-se sobretudo a adultos cujo defeito visual está estabilizado e cujo cristalino ainda é transparente. A partir de uma certa idade, o oftalmologista examina com mais atenção o cristalino: se este começar a ficar opaco, a cirurgia da catarata, com substituição do cristalino, pode ser mais lógica do que acrescentar uma lente. Não existe uma regra de idade fixa: o que conta é o estado do olho, avaliado no exame.
A fonte em que esta página se baseia descreve dois tipos de implantes fáquicos, que se distinguem pela posição que ocupam no olho. Em ambos os casos, o implante é introduzido por uma abertura mínima, e o cristalino natural é conservado.
| Implante | Posição no olho | Princípio |
|---|---|---|
| ICL | Entre o cristalino e a íris | A lente fica atrás da íris, à frente do cristalino natural, invisível do exterior |
| Artisan | Entre a íris e a córnea | A lente fica à frente da íris, fixada sobre ela |
A escolha entre os dois depende da anatomia do olho, do defeito a corrigir e do parecer do oftalmologista. As medições feitas no exame pré-operatório, em particular do espaço disponível no interior do olho, são decisivas. Não há um implante «melhor» em absoluto: há o implante mais adequado a um olho em particular.
O implante ICL é colocado na câmara posterior do olho, ou seja, no pequeno espaço entre a íris, a parte colorida do olho, e o cristalino. Uma vez instalado, não é visível do exterior: ninguém nota que a pessoa tem um implante. É uma lente muito fina e flexível, que se desdobra dentro do olho depois de introduzida.
O implante Artisan é colocado na câmara anterior, entre a íris e a córnea. Fica fixado na íris. É uma alternativa quando a anatomia do olho ou o defeito a corrigir o justificam. Como para o ICL, o cristalino natural fica no seu lugar.
Para além da posição no olho, as lentes diferem pelo tipo de correção. Algumas corrigem apenas a miopia ou a hipermetropia; outras corrigem também um astigmatismo. Para a presbiopia, existem soluções que procuram melhorar a visão de perto, mas que não convêm a todos os olhos. O oftalmologista explica, depois do exame, que tipo de lente é proposto e o que se pode esperar.
Segundo a fonte, a escolha da lente é feita durante o exame pré-operatório. É um exame mais completo do que uma simples consulta de óculos. Mede-se a correção de cada olho, a curvatura e a espessura da córnea, a profundidade da câmara anterior, o diâmetro do olho e o número de células da camada interna da córnea, que precisam de estar em quantidade suficiente para tolerar o implante. O fundo do olho e a pressão intraocular são também verificados.
Estas medições permitem calcular a potência exata da lente e escolher o modelo e o tamanho adequados. Um implante mal dimensionado poderia ficar instável ou incomodar o funcionamento do olho; é por isso que esta etapa não pode ser apressada. Algumas lentes são fabricadas sob medida, o que pode exigir um prazo entre o exame e a intervenção; a equipa indica o calendário.
Com estes elementos, a equipa dá um primeiro parecer e propõe um calendário. A decisão definitiva e a escolha da lente são feitas depois do exame no local. As lentes de contacto devem em geral ser retiradas algum tempo antes deste exame, para que as medições sejam fiáveis; a equipa indica a duração.
Um glaucoma, uma inflamação ocular antiga, uma doença da retina, uma diabetes, uma doença autoimune ou um tratamento prolongado com certos medicamentos podem influenciar a indicação. Estas informações não são formalidades: permitem ao oftalmologista avaliar o risco e escolher a solução mais segura.
Acontece que o exame pré-operatório revele uma situação diferente da esperada: um espaço interno insuficiente para o implante, uma córnea com poucas células, um cristalino que começa a ficar opaco, uma pressão intraocular elevada. Nesses casos, o oftalmologista pode desaconselhar a lente intraocular e propor outra solução, ou pedir exames complementares antes de decidir. Não é um fracasso: é precisamente para isso que serve o exame, que protege o olho de uma intervenção inadequada.
Quem viaja para a Tunísia para uma lente intraocular deve saber desde o início que esta possibilidade existe. É uma das razões pelas quais a equipa pede o máximo de exames antes da viagem: quanto mais completo for o dossiê, menor é o risco de uma surpresa no local. O orçamento e as condições em caso de contraindicação descoberta no exame devem ser esclarecidos por escrito antes da partida.
Para uma intervenção de conforto no interior do olho, pedir um segundo parecer é uma atitude prudente e normal. O oftalmologista habitual na Suíça pode dar a sua opinião sobre o projeto, a partir dos exames e da proposta recebida. Uma boa equipa aceita este pedido sem dificuldade e fornece as informações necessárias.
Segundo a fonte, a cirurgia oftalmológica para a colocação de uma lente intraocular faz-se em ambulatório e exige uma duração compreendida entre 10 e 20 minutos por olho, com uma anestesia local por gotas. O implante ocular é injetado através de uma abertura mínima, para se posicionar entre o cristalino e a íris no caso de um implante ICL, ou entre a íris e a córnea no caso de um implante Artisan.
O cristalino natural é perfeitamente conservado, exceto numa operação da catarata, em que é retirado. A fonte sublinha que não há cicatrizes nem suturas a assinalar nesta intervenção. Quando são necessárias duas implantações, uma para cada olho, separa-as um intervalo de duas semanas a um mês.
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Preparação | Gotas anestésicas, desinfeção da zona do olho, por vezes gotas para preparar a pupila |
| Abertura | Abertura mínima na periferia do olho |
| Implante | Injeção da lente dobrada, que se desdobra e é posicionada |
| Fim | Verificação da posição, colírios, saída em ambulatório |
As gotas anestésicas tornam a intervenção indolor; a fonte descreve uma intervenção não dolorosa. O paciente fica acordado, pode ver luzes e sentir uma ligeira pressão, mas não dor. A equipa explica cada etapa e pede que se fixe uma luz. A curta duração do gesto, entre 10 e 20 minutos por olho, torna-o em geral bem suportado.
Quando os dois olhos precisam de ser corrigidos, a colocação é feita em duas intervenções separadas, com um intervalo de duas semanas a um mês, segundo a fonte. Este intervalo permite verificar o resultado do primeiro olho antes de operar o segundo. Para quem vem da Suíça, obriga a pensar a organização desde o início: duas viagens, ou uma estadia mais longa, conforme o calendário proposto.
No dia da intervenção, convém não aplicar maquilhagem, cremes nem perfume na zona do rosto. Roupa confortável, que não passe pela cabeça com dificuldade, evita tocar no olho depois. Óculos de sol devem estar à mão para a saída da clínica. Uma refeição ligeira é em geral possível, porque a anestesia é feita por gotas; a equipa dá as instruções exatas.
Depois da intervenção, o paciente descansa um pouco na clínica e regressa ao hotel no mesmo dia, com o transfer organizado. A visão pode estar enevoada nas primeiras horas. Não é possível conduzir, e é aconselhado vir acompanhado ou pelo menos contar com o transfer. Os colírios começam a ser aplicados segundo o calendário entregue pela clínica.
Vir com um acompanhante não é obrigatório, mas facilita muito os primeiros dias: aplicar os colírios, ler os documentos, deslocar-se no hotel e no aeroporto. A equipa local acolhe os pacientes no aeroporto e organiza os transfers para a clínica, mas um rosto conhecido traz tranquilidade, sobretudo se o outro olho ainda não estiver corrigido.
A fonte descreve um pós-operatório simples. A intervenção não é dolorosa, a correção visual é rápida e a vida quotidiana retoma-se ao fim de alguns dias. É feita uma prescrição de medicamentos em gotas durante 15 dias. É aconselhado um controlo médico anual depois desta cirurgia ocular.
| Depois da intervenção | O que esperar segundo a fonte |
|---|---|
| Primeiros dias | Correção visual rápida, intervenção não dolorosa |
| Ao fim de alguns dias | Retoma da vida quotidiana |
| Durante 15 dias | Medicação em gotas |
| Todos os anos | Controlo médico aconselhado |
Durante as primeiras semanas, as precauções habituais da cirurgia ocular aplicam-se: não esfregar o olho, protegê-lo da água, do pó e do fumo, evitar a maquilhagem dos olhos, a piscina, o mar e a sauna até ao acordo do oftalmologista, e respeitar rigorosamente os colírios. Um protetor ocular pode ser aconselhado para as primeiras noites.
A fonte aconselha um controlo médico anual. A lente intraocular fica no olho de forma permanente, e é importante verificar regularmente a sua posição, a pressão intraocular, a saúde da córnea e o estado do cristalino natural. Este controlo pode ser feito com o oftalmologista habitual na Suíça, a partir do relatório da intervenção. É um hábito simples que contribui para a segurança a longo prazo.
Os colírios fazem parte do tratamento. Lavar as mãos antes de cada aplicação, não tocar no olho com a ponta do frasco, esperar alguns minutos entre dois colírios diferentes e respeitar o número de gotas por dia são gestos simples que ajudam a evitar complicações. Se houver dificuldade em aplicar as gotas, vale a pena pedir a um acompanhante que aprenda a fazê-lo com a equipa antes do regresso.
A retoma da vida quotidiana faz-se ao fim de alguns dias, segundo a fonte. Um trabalho de escritório pode muitas vezes ser retomado rapidamente, com pausas regulares diante dos ecrãs, porque o olho cansa-se mais depressa no início. Um trabalho em ambiente com pó ou com esforço físico exige mais prudência. Os desportos tranquilos são retomados progressivamente; os desportos aquáticos e os desportos de contacto esperam pelo acordo do oftalmologista, para proteger o olho de pancadas e de água.
Na estadia, convém prever um quarto calmo, com boa iluminação, e evitar o sol forte, o vento e o pó durante os passeios. Os óculos de sol são úteis para a saída da clínica e nos dias seguintes. A leitura, a televisão e o telemóvel podem ser retomados conforme o conforto. Não há regime alimentar especial a seguir. Se o segundo olho ainda não estiver operado, a diferença entre os dois olhos pode dar uma sensação de desequilíbrio, que desaparece depois da segunda intervenção.
Segundo a fonte, a taxa de sucesso desta cirurgia ocular, rápida e simples, é muito satisfatória. O paciente recupera uma visão nítida e pode libertar-se total ou parcialmente do uso dos óculos. A correção é rápida: muitas pessoas notam a diferença logo nos primeiros dias, e a visão estabiliza depois progressivamente.
O resultado depende, no entanto, do olho de cada pessoa. Uma lente intraocular corrige o defeito de refração, mas não trata outras doenças do olho, como uma doença da retina. E, como qualquer olho, o olho operado continua a envelhecer: a presbiopia pode aparecer com a idade, e o cristalino natural, que foi conservado, pode um dia desenvolver uma catarata. Nesse caso, a lente intraocular é em geral retirada no momento da cirurgia da catarata, e substituída por um implante adequado.
Uma das particularidades da lente intraocular fáquica é que pode, em princípio, ser retirada ou trocada se necessário, porque não se retirou tecido do olho. É uma diferença em relação ao Lasik, cuja correção da córnea é definitiva. Isto não quer dizer que a lente deva ser trocada com frequência: é feita para ficar no olho de forma permanente, e só é retirada se houver uma razão médica.
A colocação de uma lente intraocular é uma cirurgia no interior do olho. Como qualquer intervenção, comporta complicações possíveis, que o oftalmologista explica antes do consentimento. Entre as situações que justificam vigilância contam-se uma inflamação, uma subida da pressão intraocular, uma infeção, uma posição imperfeita da lente ou, a longo prazo, alterações da córnea ou do cristalino. É precisamente para as detetar cedo que é aconselhado o controlo anual.
Nas primeiras semanas, algumas pessoas notam halos ou reflexos à volta das luzes à noite, que se atenuam em geral com o tempo. Uma ligeira sensibilidade à luz é também frequente no início. Estes efeitos devem ser referidos nos controlos.
| Sinal depois da lente intraocular | O que fazer |
|---|---|
| Visão um pouco enevoada nas primeiras horas | Normal: descansar, aplicar os colírios |
| Halos noturnos nas primeiras semanas | Frequente no início: falar no controlo |
| Dor forte, vermelhidão que aumenta, náuseas | Consultar rapidamente o oftalmologista |
| Baixa brusca da visão | Consultar com urgência |
No regresso à Suíça, uma dor intensa no olho, uma vermelhidão que aumenta, uma dor de cabeça forte com náuseas, uma baixa brusca da visão ou um traumatismo do olho devem levar a contactar rapidamente o oftalmologista ou um serviço de urgências oftalmológicas. Convém levar o relatório da intervenção, que indica o tipo de lente colocada e a sua posição.
As duas técnicas corrigem os mesmos defeitos visuais, mas de forma diferente. O Lasik remodela a córnea com um laser; a lente intraocular acrescenta um implante dentro do olho, sem tocar na córnea. A escolha depende sobretudo da espessura e da forma da córnea e da força do defeito visual.
| Critério | Lasik | Lente intraocular |
|---|---|---|
| Onde age | Na córnea | Dentro do olho, entre íris e cristalino ou entre córnea e íris |
| Defeitos fortes | Limitado pela espessura da córnea | Muitas vezes possível |
| Tecido retirado | Sim, na córnea | Não |
| Reversibilidade | Correção definitiva da córnea | Implante que pode, em princípio, ser retirado |
| Tipo de intervenção | Ambulatório, gotas anestésicas | Ambulatório, gotas anestésicas, 10 a 20 minutos por olho |
Este quadro é indicativo; só o exame permite decidir. Quando os dois são possíveis, o oftalmologista explica as vantagens e os limites de cada um no caso concreto.
A fonte menciona a catarata entre as indicações das lentes intraoculares. Na catarata, o cristalino natural tornou-se opaco e é retirado; a lente intraocular é então colocada no seu lugar, dentro da cápsula. É uma situação diferente da lente fáquica, em que o cristalino é conservado. A cirurgia da catarata, em que a lente intraocular substitui o cristalino, é descrita numa página própria, com a técnica, a recuperação e a cobertura pelo seguro.
Quem já tem uma lente intraocular fáquica e desenvolve mais tarde uma catarata deve dizê-lo ao oftalmologista. A lente é em geral retirada durante a cirurgia da catarata, e a nova lente é calculada em função do olho naquele momento.
Quem já fez um Lasik e vê a correção voltar a mudar com o tempo pergunta por vezes se uma lente intraocular é possível. A resposta depende do olho: a córnea já foi remodelada, e o oftalmologista avalia se um novo tratamento a laser é possível, ou se outra solução é mais adequada. Os relatórios da intervenção anterior são indispensáveis para esta avaliação e devem ser enviados com o pedido.
Na maior parte dos casos, os dois olhos têm um defeito visual comparável e são ambos corrigidos, em duas intervenções separadas. Pode acontecer que só um olho precise de correção, ou que os dois tenham necessidades muito diferentes. O oftalmologista propõe a solução mais equilibrada para a visão binocular, ou seja, para que os dois olhos trabalhem bem em conjunto depois da intervenção.
Segundo a fonte, o preço da colocação de lentes intraoculares na Tunísia é muito atrativo, através de uma fórmula com todas as despesas incluídas: cirurgião especialista, anestesista, custo da lente, cuidados, clínica e hotel. Um orçamento personalizado em dinares é enviado depois do preenchimento do formulário em linha.
O orçamento deve indicar claramente se cobre um ou os dois olhos, que tipo de lente está incluído, quantas noites de hotel e quantos controlos estão previstos. Como os dois olhos são operados com um intervalo de duas semanas a um mês, é útil saber se o orçamento prevê uma ou duas estadias. Ficam em geral a cargo do paciente os voos e os exames feitos na Suíça.
| Rubrica do orçamento | O que verificar |
|---|---|
| Lente | Tipo de implante (ICL ou Artisan) e custo da lente incluído |
| Olhos | Um ou os dois olhos, uma ou duas estadias |
| Cirurgião e anestesista | Honorários incluídos para cada intervenção |
| Clínica e cuidados | Colírios, controlos antes do regresso |
| Hotel e transfers | Número de noites, transfers aeroporto, hotel e clínica |
A página das tarifas tudo incluído, para comparar com o orçamento da lente intraocular, explica como as clínicas parceiras constroem os seus orçamentos.
Quando a lente intraocular é colocada para deixar os óculos ou as lentes, a intervenção é em regra considerada de conforto e não é coberta pelo seguro de base suíço. Alguns seguros complementares preveem uma participação. Em certas situações médicas particulares, as condições podem ser diferentes. Antes de se comprometer, convém verificar o contrato e pedir uma confirmação escrita à caixa de seguro; esta informação é dada sob reserva de verificação. A comparação entre a Suíça e a Tunísia, aplicada à lente intraocular, ajuda a pôr os custos e a organização lado a lado.
A preparação começa à distância. O paciente envia as receitas e os exames de que dispõe, a equipa verifica se uma lente intraocular pode ser considerada e propõe um calendário. Uma vez aceite o orçamento, organiza-se a estadia: chegada, exame pré-operatório, intervenção, controlo e regresso. Como a lente é escolhida no exame pré-operatório, e algumas lentes são fabricadas sob medida, o calendário pode prever um prazo entre o exame e a intervenção.
A estadia médica para a colocação de uma lente intraocular é relativamente curta para cada olho, porque a intervenção se faz em ambulatório. A organização dos dois olhos, com um intervalo de duas semanas a um mês, deve ser discutida logo no início: duas viagens curtas ou uma permanência mais longa.
O voo de regresso é em geral possível depois do controlo pós-operatório, com o acordo do oftalmologista. Os colírios devem seguir na bagagem de mão, com a receita, para não interromper os 15 dias de tratamento. Os óculos de sol protegem o olho da luz forte. No aeroporto, a presença de um acompanhante facilita as deslocações.
A coordenação da Medespoir trata da logística e do contacto com a clínica; as decisões médicas pertencem ao oftalmologista. A página sobre a agência de turismo médico, para quem prepara uma lente intraocular, descreve esta divisão de papéis. As clínicas parceiras que organizam a colocação de lentes intraoculares são apresentadas numa página própria.
O acompanhamento decorre habitualmente em francês, correntemente falado nas clínicas parceiras. Quem preferir outra língua de contacto deve indicá-lo no pedido.
Para decidir, ajuda pôr lado a lado as três soluções. Cada uma tem vantagens e limites, que dependem do defeito visual, dos hábitos e da tolerância de cada pessoa.
| Critério | Óculos | Lentes de contacto | Lente intraocular |
|---|---|---|---|
| Intervenção | Nenhuma | Nenhuma | Cirurgia em ambulatório, 10 a 20 minutos por olho |
| Manutenção diária | Limpeza, risco de partir ou perder | Higiene rigorosa, risco de irritação | Nenhuma; controlo anual aconselhado |
| Defeitos fortes | Lentes espessas, campo de visão reduzido | Por vezes mal toleradas | Muitas vezes adequada |
| Desporto e água | Pouco práticos | Possíveis com precauções | Possíveis depois da recuperação |
| Reversibilidade | Total | Total | Implante que pode, em princípio, ser retirado |
Para quem tolera bem os óculos ou as lentes e não se sente limitado, não há urgência em operar. A lente intraocular faz sobretudo sentido para quem sente uma limitação real: defeito visual forte, intolerância às lentes de contacto, Lasik recusado, profissão ou atividades que se conciliam mal com uma correção ótica. É uma decisão pessoal, que deve ser tomada sem pressão, com informação completa sobre os benefícios e os riscos.
Muitas pessoas descrevem sobretudo a liberdade: acordar e ver o despertador, nadar sem perder as lentes, viajar sem óculos de reserva. A visão sem as lentes espessas dos óculos fortes é também mais natural, com um campo de visão mais amplo e sem a deformação das bordas. Estes benefícios devem, no entanto, ser pesados face aos riscos de uma cirurgia no interior do olho, que o oftalmologista explica em pormenor.
A lente intraocular colocada para corrigir um defeito visual é uma intervenção de conforto, sem urgência médica. Vale a pena tomar o tempo de reunir os exames, fazer perguntas, comparar as opções e, se necessário, pedir um segundo parecer. Uma boa equipa não pressiona a decisão e aceita que o paciente reflita depois de receber o orçamento.
De volta à Suíça, o acompanhamento continua com o oftalmologista habitual. O relatório da intervenção deve indicar o tipo de lente, a sua potência e a sua posição. Estas informações são preciosas para os controlos anuais aconselhados pela fonte, e também muitos anos mais tarde, por exemplo antes de uma cirurgia da catarata. Convém guardá-las com o dossiê médico e marcar a primeira consulta de controlo antes mesmo da partida.
Não exatamente. É um implante ótico concebido para ficar no interior do olho de forma permanente, sem manutenção diária, ao contrário das lentes de contacto.
Não. Um implante ICL fica atrás da íris e não é visível do exterior. Um implante Artisan fica à frente da íris, mas também não se nota numa conversa normal.
Não, na lente fáquica o cristalino natural é perfeitamente conservado. Só na operação da catarata é que o cristalino é retirado.
Segundo a fonte, dura entre 10 e 20 minutos por olho, sob anestesia local por gotas, e não é dolorosa.
Pelo contrário: a fonte aconselha um controlo médico anual, para vigiar a lente e a saúde do olho.
Os exemplos seguintes não descrevem pacientes reais. Ilustram perguntas que surgem com frequência e não substituem o exame do oftalmologista.
Uma pessoa com miopia forte pediu um Lasik, mas o exame mostrou que a córnea era demasiado fina para retirar o tecido necessário. O oftalmologista propõe estudar uma lente intraocular, que corrige a visão sem tocar na córnea. O exame pré-operatório verifica depois se há espaço suficiente no olho e qual o tipo de implante adequado.
Outra pessoa tem um astigmatismo importante e já não tolera as lentes de contacto. O laser não é a melhor opção no seu caso. O oftalmologista discute uma lente intraocular capaz de corrigir também o astigmatismo, explicando o resultado que se pode esperar e o calendário dos dois olhos.
Uma terceira pessoa, com mais de cinquenta anos, pergunta por uma lente intraocular para deixar os óculos. O exame mostra que o cristalino já começa a ficar opaco. Nesta situação, o oftalmologista discute antes a cirurgia da catarata, em que o cristalino é substituído por um implante que pode corrigir ao mesmo tempo o defeito visual.
Muitas das pessoas que pedem um orçamento para uma lente intraocular vivem na região do Lemano. As páginas sobre a partida de Genebra para uma lente intraocular na Tunísia e sobre a partida de Lausanne para a colocação de uma lente intraocular descrevem os aspetos práticos da viagem e o acompanhamento no regresso.
Para uma visão global, a lista das intervenções, onde a lente intraocular figura na oftalmologia, mostra as outras especialidades coordenadas. A apresentação da Medespoir na Tunísia, para quem chega pela lente intraocular, conta a história da rede, e os testemunhos em vídeo, a ver antes de colocar uma lente intraocular, mostram o acolhimento no local, mesmo quando dizem respeito a outras intervenções.
Uma pálpebra descaída pode também incomodar a visão, mas é uma questão diferente: a blefaroplastia, que trata as pálpebras e não substitui uma lente intraocular, pertence à cirurgia do rosto.
Uma lente intraocular colocada sem retirar o cristalino natural, para corrigir um defeito visual.
A lente natural do olho, situada atrás da íris. É conservado na lente fáquica e retirado na catarata.
Os dois pequenos espaços do olho situados à frente e atrás da íris. O implante Artisan fica na câmara anterior; o ICL, na câmara posterior.
A camada interna da córnea, cujas células são contadas antes da intervenção, porque precisam de estar em número suficiente.
A pressão do líquido no interior do olho, verificada antes e depois da colocação da lente.
A lente intraocular na Tunísia é um implante ótico colocado dentro do olho para corrigir a miopia, o astigmatismo, a hipermetropia ou a presbiopia quando o Lasik não é acessível, por exemplo em caso de defeito forte ou de córnea demasiado fina. É também usada na catarata, em que substitui o cristalino retirado.
Existem dois tipos de implantes fáquicos: o ICL, colocado entre o cristalino e a íris, e o Artisan, colocado entre a íris e a córnea. A lente é escolhida no exame pré-operatório. A intervenção faz-se em ambulatório, sob anestesia local por gotas, em 10 a 20 minutos por olho, sem cicatrizes nem suturas, e o cristalino natural é conservado. Os dois olhos são operados com um intervalo de duas semanas a um mês.
A intervenção não é dolorosa, a correção é rápida e a vida quotidiana retoma-se ao fim de alguns dias, com gotas durante 15 dias. É aconselhado um controlo anual. O preço tudo incluído cobre cirurgião, anestesista, lente, cuidados, clínica e hotel, com orçamento personalizado em dinares. A Medespoir acompanha os pacientes residentes na Suíça desde 2009 e pode ser contactada pelo 0041 22 562 42 62.
Estas respostas reúnem as dúvidas mais comuns de quem pensa colocar uma lente intraocular na Tunísia. São informações gerais: o tipo de implante e a indicação são sempre decididos pelo oftalmologista depois do exame.
O que é uma lente intraocular? Um dispositivo médico, uma pequena lente ótica colocada dentro do olho para corrigir a visão e dispensar os óculos e as lentes de contacto.
Quando é indicada uma lente intraocular? Segundo a fonte, quando a correção da visão pelo Lasik não é acessível, em particular nos defeitos visuais severos.
Que defeitos corrige a lente intraocular? A miopia, o astigmatismo, a presbiopia e a hipermetropia fortes, e também a catarata, em que a lente substitui o cristalino retirado.
A lente intraocular toca na córnea? Não. Ao contrário do Lasik, não retira tecido da córnea, o que a torna uma solução quando a córnea é demasiado fina para um laser.
Qual é a diferença entre o implante ICL e o Artisan na lente intraocular? O ICL fica entre o cristalino e a íris; o Artisan fica entre a íris e a córnea. A escolha depende da anatomia do olho e do parecer do oftalmologista.
A lente intraocular obriga a retirar o cristalino? Não. Segundo a fonte, o cristalino natural é perfeitamente conservado, exceto numa operação da catarata, em que é retirado.
Nota-se que se tem uma lente intraocular? Um implante ICL fica atrás da íris e não é visível do exterior. O Artisan também não se nota numa conversa normal.
Quem não pode receber uma lente intraocular? Um olho sem espaço interno suficiente, certas formas de glaucoma ou de inflamação, ou um cristalino já opaco podem levar o oftalmologista a propor outra solução.
A lente intraocular corrige o astigmatismo? Existem lentes concebidas para corrigir também um astigmatismo. O oftalmologista indica, depois do exame, se é o caso.
A lente intraocular corrige a presbiopia? Existem soluções que procuram melhorar a visão de perto, mas não convêm a todos os olhos. O oftalmologista explica o que se pode esperar.
Quando é escolhida a lente intraocular? Segundo a fonte, durante o exame pré-operatório, a partir das medições do olho.
Que exames se fazem antes de colocar uma lente intraocular? Correção de cada olho, curvatura e espessura da córnea, profundidade da câmara anterior, diâmetro do olho, contagem das células da córnea, fundo do olho e pressão intraocular.
Porque se contam as células da córnea antes da lente intraocular? Porque a camada interna da córnea precisa de ter células em número suficiente para tolerar o implante a longo prazo.
Devo deixar as lentes de contacto antes do exame da lente intraocular? Sim, durante o tempo indicado pela equipa, para que as medições sejam fiáveis.
Quanto tempo dura a colocação de uma lente intraocular? Segundo a fonte, entre 10 e 20 minutos por olho.
Que anestesia se usa para a lente intraocular? Uma anestesia local por gotas. O paciente fica acordado e não sente dor.
Como é colocada a lente intraocular? É injetada através de uma abertura mínima e posiciona-se entre o cristalino e a íris (ICL) ou entre a íris e a córnea (Artisan).
A lente intraocular deixa cicatrizes ou pontos? Não. A fonte sublinha que não há cicatrizes nem suturas a assinalar nesta intervenção.
Os dois olhos são operados no mesmo dia para a lente intraocular? Não. Segundo a fonte, um intervalo de duas semanas a um mês separa as duas intervenções.
Fico internado depois da lente intraocular? Não. A intervenção faz-se em ambulatório e o regresso ao hotel é no mesmo dia.
A colocação da lente intraocular é dolorosa? Segundo a fonte, é uma intervenção não dolorosa. Pode sentir-se uma ligeira pressão, mas não dor.
Quando vejo bem depois da lente intraocular? A correção visual é rápida, segundo a fonte. A visão estabiliza depois progressivamente.
Quando retomo a vida normal depois da lente intraocular? Segundo a fonte, a vida quotidiana retoma-se ao fim de alguns dias.
Que colírios se usam depois da lente intraocular? É feita uma prescrição de medicamentos em gotas durante 15 dias, segundo a fonte.
Que precauções tomar depois da lente intraocular? Não esfregar o olho, protegê-lo da água, do pó e do fumo, evitar maquilhagem, piscina e sauna até ao acordo do oftalmologista e respeitar os colírios.
Porque é preciso um controlo anual depois da lente intraocular? A fonte aconselha-o para verificar a posição da lente, a pressão intraocular, a córnea e o cristalino natural.
O controlo anual da lente intraocular pode ser feito na Suíça? Sim, com o oftalmologista habitual, a partir do relatório da intervenção.
Posso apanhar o avião depois da lente intraocular? Em geral depois do controlo pós-operatório, com o acordo do oftalmologista, levando os colírios na bagagem de mão.
Posso conduzir logo depois da lente intraocular? Não no próprio dia. O regresso ao volante é decidido nos controlos, quando a visão o permite.
Preciso de acompanhante para a lente intraocular na Tunísia? Não é obrigatório, mas facilita os primeiros dias, sobretudo para os colírios e as deslocações.
Qual é a taxa de sucesso da lente intraocular? Segundo a fonte, a taxa de sucesso desta cirurgia ocular rápida e simples é muito satisfatória.
Vou deixar de usar óculos com uma lente intraocular? Segundo a fonte, o paciente pode libertar-se total ou parcialmente do uso dos óculos, conforme o olho e a lente.
A lente intraocular pode ser retirada? Em princípio sim, porque não se retirou tecido do olho. Mas é feita para ficar de forma permanente e só é retirada por uma razão médica.
A lente intraocular tem riscos? Como qualquer cirurgia dentro do olho: inflamação, subida da pressão, infeção, posição imperfeita da lente ou alterações a longo prazo. O oftalmologista explica-os antes.
É normal ver halos depois da lente intraocular? Algumas pessoas notam halos à volta das luzes à noite nas primeiras semanas, que se atenuam em geral com o tempo.
Que sinais devem alertar depois da lente intraocular? Dor intensa, vermelhidão que aumenta, dor de cabeça forte com náuseas, baixa brusca da visão ou traumatismo do olho.
O que acontece à lente intraocular se tiver uma catarata mais tarde? A lente é em geral retirada durante a cirurgia da catarata e substituída por um implante calculado para o olho naquele momento.
A lente intraocular impede a presbiopia? Não. O olho continua a envelhecer e a presbiopia pode aparecer com a idade.
Lente intraocular ou Lasik: qual escolher? Depende da espessura e da forma da córnea e da força do defeito. A lente é muitas vezes proposta quando o Lasik não é possível.
A lente intraocular trata outras doenças do olho? Não. Corrige o defeito de refração, mas não trata, por exemplo, uma doença da retina.
O que inclui o preço da lente intraocular na Tunísia? Segundo a fonte, cirurgião especialista, anestesista, custo da lente, cuidados, clínica e hotel, numa fórmula tudo incluído.
Como obter o preço da lente intraocular na Tunísia? Preenchendo o formulário em linha. É enviado um orçamento personalizado em dinares.
O orçamento da lente intraocular cobre os dois olhos? Depende do pedido. Deve indicar se cobre um ou os dois olhos e se prevê uma ou duas estadias.
A LAMal reembolsa uma lente intraocular? Quando colocada para deixar os óculos, é em regra considerada de conforto e não é coberta pelo seguro de base. É preciso pedir confirmação escrita à caixa de seguro.
Quanto tempo fico na Tunísia para uma lente intraocular? A estadia é curta para cada olho. Com o intervalo de duas semanas a um mês entre os olhos, prevêem-se duas viagens ou uma permanência mais longa.
Há um prazo entre o exame e a colocação da lente intraocular? Pode haver, porque algumas lentes são fabricadas sob medida. A equipa indica o calendário.
O que enviar para pedir um orçamento de lente intraocular? As receitas de óculos e lentes, atuais e antigas, os relatórios oftalmológicos, eventuais exames da córnea e os antecedentes.
Que documentos trago da Tunísia depois da lente intraocular? O relatório da intervenção, com o tipo de lente e a sua posição, e a lista dos colírios com o calendário.
Em que língua decorre a colocação da lente intraocular na Tunísia? O acompanhamento decorre habitualmente em francês, correntemente falado nas clínicas parceiras. Outra língua de contacto deve ser indicada no pedido.
O que não está incluído no orçamento da lente intraocular? Em geral os voos e os exames feitos na Suíça. O orçamento detalha o que está incluído.
Envie a sua receita de óculos ou de lentes e os exames oftalmológicos de que dispõe. A equipa verifica se uma lente intraocular pode ser considerada, indica os exames a completar e envia um orçamento personalizado tudo incluído, sem compromisso.
Não hesite em contactar-nos para obter mais informações sobre os métodos de pagamento.
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